The lady in this video wrote for us "In this video, I
explore how attention and learning changes how we experience the world. From
foraging for mushrooms and reading animal tracks to birdsong and forest
ecology, learning doesn't just give us more information - it changes what we're
capable of perceiving.
This is an essay about
attention, curiosity, learning, and reconnecting with the natural world. The
more we learn, the more meaning we notice in the ordinary things around us."
Nikolay Petrovich
Bogdanov-Belsky was a prominent Russian realist and impressionistic painter
best known for his heartfelt depictions of peasant life and rural children's
education. This is what AI can't do, human beauty.
O poema explora, com ironia e simplicidade, as possibilidades
alternativas da existência. O poema imagina outros caminhos para a vida,
sugerindo que o destino poderia ter sido diferente. Entre o desejo e a
aceitação, o sujeito poético confronta-se com escolhas, acasos e limitações
humanas.
Diz Mariana Root "Este canto é para vós, plantas do dia-a-dia, que aqui bem
postas nos dão vida ao lar e à travessia: que nos afagam as mágoas, nos
purificam, nos fortificam, nos encorajam, nos despertam e nos suavizam."
The German painting presents a charming inocent scene filled with childish intimacy. Look at their eyes! A boy appears absorbed in playing his flute, creating an atmosphere of quiet pleasure and poetry, close to nature and his sister or sweet-heart.
O poema explora, com ironia e contenção, a relação entre
poesia e o "terrorismo" do dia-a-dia. O poema questiona a utilidade da escrita
poética, confrontando o ideal literário com a experiência quotidiana e as suas
limitações. O tom desencantado, mas subtilmente humorístico, transforma a
reflexão numa espécie de autocrítica.
nessa
vida o meu talismã ninguém
realmente está a sós.
Água
do rio e do poço é a mesma
do
brilho do orvalho e da beleza
de
moça de moço de nós.
Ó
meu pai minha mãe, ó minha mãe meu pai
ó
meu pai minha mãe quem criou vocês vovô,
vovó
talvez
antes de enlaçar o nó do amor
de
bisavó com bisavô.
Meu
irmão irmã(meu irmão) água
do rio e do poço é a mesma
do
brilho do orvalho e da beleza de
moça de moço de nós.
Ó
meu pai minha mãe(ó meu pai minha mãe )
ó
minha mãe meu pai(ó meu pai)
ó
meu pai minha mãe quem
criou vocês vovó vovô.
Natural de Botucatu, interior de São Paulo, Tom Ribeira é uma
das mais novas promessas da música brasileira. O jovem cantor já se apresentou
em teatros históricos de Paris, como La Cigale e Elysée Montmartre. Tom passou,
também, por diversos estados brasileiros, como Rio de Janeiro, Minas
Gerais, Paraná, Pernambuco e Paraíba.
A partir do rádio do seu avô ouvia sertanejos, boleros e
muito samba raiz, passando pelos seus pais, que ouviam e cantavam muito da
antiga MPB, Ribeira adquiriu um vasto vocabulário musical, que utiliza para
compor sua próprias canções hoje em dia.
Claude Monet’s Le
Parterre aux agapanthes, painted between 1914 and 1917, presents a
luxuriant garden transformed by colour and light. Broad patches of blue
agapanthus emerge among dense vegetation, while water and foliage merge into a
shimmering, almost dreamlike surface. Monet abandons precise outlines, allowing
brushstrokes to suggest flowers, leaves, reflections and atmosphere. The
composition reflects his late fascination with his Giverny garden, where
observation became increasingly abstract. Rich blues, greens and violets create
a vibrant, immersive vision of nature.
o ar
despenteado com que chegas a casa e me dizes:
outra
vez sopa de nabos; adoro a impaciência com
que
me arrancas aos diálogos com o nada, quando
me
contas os teus feitos na república do frio; adoro
a
tua insónia, os teus escrúpulos morais, a tua esponja
de
banho, o teu espírito lavado por agudos desenganos;
outrossim
acompanhar-te nas perguntas sublinhadas
pelo
tempo, e o teu corpo possuído pela mágica
da
música amorosa, quando dança seminu à minha
frente
e eu só penso: que bem feito está o mundo.
O poema explora o quotidiano através de uma linguagem
aparentemente simples, mas carregada de ironia e reflexão. O gesto doméstico
sugerido pelo título ganha uma dimensão simbólica, revelando como os atos
banais podem expor tensões, hábitos e contradições da existência. O poeta
observa o mundo com lucidez crítica, recusando idealizações e valorizando o
detalhe concreto. A contenção verbal, aliada ao humor subtil, transforma uma
situação comum numa oportunidade de questionar comportamentos e relações
humanas.
"O Que Será?" é uma das composições mais
emblemáticas de Chico Buarque, criada em 1976 para a banda sonora do filme Dona
Flor e Seus Dois Maridos. Marcada pela sua forte carga metafórica e poesia
intensa, a canção tornou-se um hino de resistência implícita contra a ditadura
militar brasileira e uma profunda reflexão sobre o desejo, a aflição e o
mistério da natureza humana."Se Deus cantasse, ele teria a voz de Milton
Nascimento" é uma frase dita por Elis Regina.
The painting presents a
charming rural scene filled with warmth and everyday activity. The painting
depicts villagers gathered along a quiet country street, surrounded by
traditional buildings and lush vegetation. Kaplan’s detailed realism captures
the textures of stone, wood, clothing, and foliage with remarkable precision.
The harmonious colours and carefully observed details evoke nostalgia for a
simpler, close-knit village life
O poema apresenta a poesia como uma procura incessante pela
palavra essencial, capaz de traduzir a experiência interior. A noite surge como
espaço de introspeção, desejo e descoberta, onde a poeta vagueia entre o amor,
a solidão e a procura de identidade. A imagem da «loba» sugere liberdade,
instinto e errância. A linguagem, breve e depurada, cria uma atmosfera
simultaneamente misteriosa e melancólica. Assim, escrever torna-se uma
tentativa de alcançar uma palavra «inocente», pura e verdadeira.
Cambia
el modo de pensar, cambia
todo en este mundo
Cambia
el clima con los años, cambia
el pastor su rebaño
Y
así como todo cambia que
yo cambie no es extraño.
Cambia
el más fino brillante de
mano en mano su brillo
Cambia
el nido el pajarillo, cambia
el sentir un amante
Cambia
el rumbo el caminante aunque
esto le cause daño
Y
así como todo cambia que
yo cambie no extraño.
Cambia,
todo cambia, cambia, todo cambia,
Cambia,
todo cambia, cambia, todo cambia.
Cambia
el sol en su carrera cuando
la noche subsiste
Cambia
la planta y se viste de
verde en la primavera
Cambia
el pelaje la fiera, cambia
el cabello el anciano
Y
así como todo cambia que
yo cambie no es extraño.
Pero
no cambia mi amor por
más lejos que me encuentre
Ni
el recuerdo ni el dolor de
mi pueblo y de mi gente
Y lo
que cambió ayer tendrá
que cambiar mañana
Así
como cambio yo en
estas tierras lejanas.
Pero
no cambia tu amor (cambia, todo cambia)
Por
más lejos que te encuentres
Ni
el recuerdo, ni el dolor (cambia, todo cambia)
De
tu pueblo y de tu gente
Y lo
que cambió ayer (cambia, todo cambia)
Tendrá
que cambiar mañana
Y
así como cambio yo (cambia, todo cambia)
En
tu tierra tan amada.
«Todo cambia» es una canción compuesta por el cantautor
chileno Julio Numhauser, en Suecia en 1982, durante su exilio. La canción fue
grabada posteriormente como cover por Mercedes Sosa en 1984, versión con la
cual se popularizó la pieza. Julio Numhauser fue uno de los fundadores de la
agrupación de canto nuevo Quilapayún. En 1973, tras el golpe militar de Augusto
Pinochet a Salvador Allende y el comienzo de la dictadura pinochetista,
Numhauser se exilia en Europa, estableciéndose en Suecia en 1975. En 1982
compuso y grabó «Todo cambia», junto al grupo Somos, dentro de un disco que no
se lanzó al mercado oficialmente, pero que circuló en Chile de manera informal.
The painting presents a
lively Venetian scene centred on local fruit vendors beside the city’s
waterways. The figures, dressed in traditional clothing, convey the colourful
character of everyday life and commerce. Baskets overflowing with fruit
introduce vibrant accents, contrasting with the muted architectural and
waterside surroundings. The painting celebrates Venice not through grand
monuments, but through its people, markets, boats, and ordinary moments of
Mediterranean life.
"Discreto entre os grandes nomes da pintura francesa da
viragem do século XX, Henri Le Sidaner ocupa um lugar singular, na fronteira
entre o impressionismo tardio, o simbolismo e o intimismo. Pintor de mesas
postas em jardins, ruelas desertas e luzes crepusculares, construiu uma obra
paciente e contemplativa, onde a ausência de figuras humanas deixa todo o
espaço à atmosfera."
por
isso mais te via do que ao ter-te à minha frente.
Mas
sabia e sei que um dia não virás
que
até duvidarei se tu estiveste onde estiveste
ou
até se exististe ou se eu mesmo existi
pois
na dúvida tenho a única certeza
Terá
mesmo existido o sítio onde estivemos?
O poema explora a complexidade dos sentimentos humanos,
cruzando memória, desejo e consciência da passagem do tempo. A figura evocada
no título poderá representar uma presença marcante, associada à experiência
amorosa e à reflexão sobre a fragilidade das relações. O poema convida o leitor
a refletir sobre a distância entre o que se vive, o que se recorda e aquilo que
permanece.
Soy
un latido en la tierra, tal
vez un pájaro, un alma,
tal
vez un pájaro, un alma.
Soy
fantasia constante, la
voz, el eco y la tarde,
la
voz, el eco y la tarde.
A
donde grillos y estrellas se
vuelven una ilusión.
Soy un ayer y un mañana, sólo un perfume en el aire,
pañuelo
alegre en la zamba terron
agreste es mi carne
Y un
triste arrullo de urpila agita
mi corazón.
Y en
las alas de una nube micorazon
alza vuelo
Y en
la flor de una esperanza baila
un malambo de fuego,
baila
un malambo de fuego.
Cuando
en mis párpados arden las
rubias trenzas del Sol.
hachando
el monte del tiempo desgajo
rima y poesía
tiernas
plegarias que anidan en
alas algún silencio,
en
alas algún silencio.
Tierra
desde el sentimiento por
donde va mi ilusión.
Y en
las alas de una nube mi
corazón alza vuelo
Y en
la flor de una esperanza baila
un malambo de fuego,
baila
un malambo de fuego.
Cuando
en mis párpados arden las
rubias trenzas del Sol.
Soy
un latido en la tierra, tal
vez un pájaro, un alma
tal
vez un pájaro, un alma.
Voz y guitarra en una sublime sinfonía del alma, belleza en
su máxima pureza. "Soy de la tierra", obra perteneciente a Horacio
Banegas, gran autor
santiagueño.Presenta la magia de
la guitarra Ayacuchana.
The painting depicts
women in soft, flowing fabrics spending time by the water alongside a peaceful
family of swans. It shows the artist’s refined use of colour, delicate lighting
and elegant composition. Soft tones create a harmonious atmosphere, while the
gentle interplay of light and shadow enhances the scene’s intimacy. Bunny’s
characteristic sensitivity to beauty transforms an ordinary moment into
something poetic and timeless.