No poema, o autor reflete sobre a condição humana e sobre os limites do conhecimento, onde a dinâmica dialética regressa ao "etérno retorno". Depois, a fábula
deixa de transmitir uma 'moral' clara e passa a provocar reflexão crítica sobre a verdade e inverdade da experiência humana na interpretação do mundo.
As Cantadeiras de Campo do Gerês são um grupo musical
tradicional e polifónico que preserva e divulga as canções do Cancioneiro
Geresiano, uma herança cultural que se mantém viva há décadas através do canto
e a transmissão oral de geração em geração. O Coro dos Anjos é um coro do
bairro dos Anjos (Lisboa) que trabalha a música de raiz portuguesa ancestral e
dos novos tempos, abraçando criações próprias; com um forte cariz na
intervenção social, ao mesmo tempo que tenta resgatar o espírito comunitário e a
regeneração cultural através da música.
Anna Alma-Tadema’s
painting is an exquisitely detailed watercolour depicting her father’s richly
furnished study in the family’s London home. The room reflects the Victorian
Aesthetic Movement, blending Dutch, Japanese, and other international
influences through decorative objects, textiles, and furniture. Anna’s meticulous
rendering captures textures, light, and architectural details with remarkable
precision. More than a record of an interior, the painting serves as an
intimate portrait of the artist’s creative environment and cultivated artistic
taste.
No poema, a voz poética é a de uma estátua feminina que ganha
consciência e revela a sua dor. O escultor admirou apenas a beleza da obra e o
mérito do seu trabalho, ignorando os sentimentos e a individualidade da figura
representada. A crítica centra-se na objetificação da mulher, reduzida a um
corpo anónimo. O verso final, ao lamentar a ausência de um nome, simboliza a
perda de identidade e de reconhecimento humano.
Bois donc du cidre, Laou, car le
cidre est bon lonla
Bois donc du cidre, Laou, car le
cidre est bon
Bois donc du cidre, Laou, car le
cidre est bon
Un sou, un sou la chopine lonla
Un
sou, un sou la chopine.
Le cidre est fait pour être bu
Et les filles pour être aimées.
Aimons
chacun notre chacune
Et
il n’y aura plus de jalousie.
Je
n’étais pas marié depuis trois mois
Que
je me faisais chicaner chaque jour.
Des
coups de pieds, des gifles
Et
flanqué à la porte quelquefois.
Mais
ce n’est pas ce qui me chagrine le plus
C’est ce qu’on disait de moi.
On
disait de moi que j’étais fumeur
Buveur
de cidre et coureur de jupons.
Bois
donc du cidre, Laou, car le cidre est bon
Un
sou, un sou la chopine.
Son Ar Chistr is a
traditional Breton drinking song from Brittany, France, celebrating
cider-making and communal festivity. Its title means "The Song of Cider," and
the lyrics describe drinking, merriment, and rural life. Written in Breton and
popularized in the twentieth century, it became widely known through folk
performances and adaptations. The melody is lively, repetitive, and easy to
sing along with, making it a favourite at festivals, gatherings, and folk music
events across Europe and beyond today as well.