Dirijo-me a ti, Gabriel, sem sequer saber se ainda vives. Mas isso é irrelevante. Porque o que eu realmente pretendo neste texto não é fingir que dialogo contigo, mas sim convocar a memória daquele que foi sem dúvida o maior e mais firme amigo que alguma vez tive: tu.
Lembras-te de como éramos aos quinze anos? De como éramos aos vinte e dois? Aos quarenta? Aos sessenta?
Lembras?
E não te dá vontade de chorar?

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