Se
tivesses morrido quando estávamos juntos
eu
não teria querido nada de ti.
Agora
penso em ti como morto, é melhor.
Muitas
vezes, nos frescos crepúsculos da primavera
quando,
com as primeiras folhas,
tudo
o que é mortal entra no mundo,
faço
uma fogueira para nós, de madeira de pinho e macieira;
repetidamente
as
chamas flamejam e diminuem
à medida
que a noite vem, na qual
nos
vemos tão nitidamente -
E nos
dias contentamo-nos
como
antigamente
na
relva alta,
nas
portas e sombras verdes do bosque.
E tu
nunca dizes
deixa-me
porque os mortos não gostam de estar sós.

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