Toma
de mim a loucura
Leva
os sonhos e a mão que cura
Na
palma quente da terra
Dói
a solidão mais do que o dente que ferra,
Que
ferra grosso e imundo
Fundo
mais que o fim do mundo
É
quando o medo me abraça
Tremendo o monstro que passa
E eu
vou
Com
toda a calma
Sou
do tamanho da minha alma
Ao
encontro imperfeito
De
Deus em ti,
tu no meu peito.
A canção explora a construção do medo e da ameaça através da figura simbólica que representa aquilo que assusta, oprime ou perturba. A
voz poética confronta o monstro, recusando a submissão e afirmando a coragem, a
resistência e a liberdade individual.
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