So-shu sonhou,
E tendo sonhado que
era um pássaro uma abelha e uma borboleta,
Pensou com seus botões para que procurar sentir-se como qualquer outra coisa,
Daí sua satisfação.
O poema explora a relação entre identidade, liberdade e felicidade. No
sonho, So-shu transforma-se sucessivamente num pássaro, numa abelha e numa
borboleta, assumindo diferentes formas de existência. Contudo, ao despertar,
questiona a necessidade de ser diferente daquilo que realmente é. Esta reflexão
sugere que a satisfação nasce da aceitação de si próprio, sem procurar
incessantemente outras identidades. Com simplicidade e humor, o poema valoriza
o autoconhecimento, a naturalidade e a tranquilidade interior.

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