A
sensação que tens
é de
que tudo
quanto
dizes já o leste
noutros
livros. Mas
depois
consideras: também
o
sol e os pássaros
repetem
todos os dias
a
mesma canção.
O poema reflete sobre a aparente impossibilidade da absoluta
originalidade. O sujeito poético reconhece que as palavras parecem já ter sido
ditas, mas conclui que a repetição faz parte da própria natureza, tal como. Não há nada, ou há muito pouco, de surpreendente a dizer.

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