Vai
à fonte que a alegria nunca pára de jorrar
E
não passa nenhum dia sem que eu te veja pintar
Essa
cor que tens nos lábios, essa cor que tem o céu
Vem
ensinar aos teus braços o caminho para os meus
São
duzentas primaveras mais outono, inverno e verão
Nunca
estar longe da vista faz-nos bem ao coração
Vai
à fonte que a alegria é promessa para cumprir
Se
chegares com olhar triste hás-de sair a sorrir
Se
pintares o mundo inteiro num bocadinho de mar
Se
inventares em porcelana uma maneira de amar
Essa
fonte há-de contar-te os mistérios de onde eu vim
E
quando molhares os lábios, hás-de lembrar-te de mim.
Para
sempre "Quando molhares os lábios, hás-de lembrar-te de mim." Muito belo.
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