Nós
Vos louvamos, ó Deus, nós Vos bendizemos, Senhor.
Toda
a terra Vos adora, Pai eterno e omnipotente.
Os
Anjos, os Céus e todas as Potestades,
os
Querubins e os Serafins Vos aclamam sem cessar:
Santo,
Santo, Santo, Senhor Deus do Universo,
o
céu e a terra proclamam a vossa glória.
O
coro glorioso dos Apóstolos,
a
falange venerável dos Profetas,
o
exército resplandecente dos Mártires
cantam
os vossos louvores.
A
santa Igreja anuncia por toda a terra a glória do vosso nome:
Deus
de infinita majestade, Pai, Filho e Espírito Santo.
Senhor
Jesus Cristo, Rei da glória, Filho do Eterno Pai,
para
salvar o homem, tomastes
a
condição humana no seio da Virgem Maria.
Vós
despedaçastes as cadeias da morte
e
abristes as portas do céu.
Vós
estais sentado à direita de Deus, na glória do Pai,
e de
novo haveis de vir para julgar os vivos e os mortos.
Socorrei
os vossos servos, Senhor,
que
remistes com vosso Sangue precioso;
e
recebei-os na luz da glória, na assembleia dos vossos Santos.
Salvai
o vosso povo, Senhor, e abençoai a vossa herança;
sede
o seu pastor e guia através dos tempos
e
conduzi-o às fontes da vida eterna.
Nós
Vos bendiremos todos os dias da nossa vida
e
louvaremos para sempre o vosso nome.
Dignai-Vos,
Senhor, neste dia, livrar-nos do pecado.
Tende
piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós.
Desça
sobre nós a vossa misericórdia, porque em Vós esperamos.
Em
Vós espero, meu Deus, não serei confundido eternamente.
Tradicionalmente, a autoria do hino é atribuída a Santo
Ambrósio (m. 397) e a Santo Agostinho (m. 430), na ocasião do batismo deste
último pelo primeiro na Catedral de Milão, no ano 387.
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