O cão de Goya, quem o abandonou?
Que naufrágio, cave, urbe sem gente?
Quem o pôs de cabeça humana
suplicante, que deus dos cães
o deixou assim, igual a todos?
Que bicho é este, sozinho com a
impossibilidade,
um perigo que cresce sem salvação,
o grande indistinto vazio que faz medo?

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