No
Alentejo eu trabalho cultivando a dura terra
Vou
fumando o meu cigarro, vou cumprindo o meu horário
Lançando
a semente à Terra.
É
tão grande o Alentejo, tanta terra abandonada
A
terra é que dá o pão para o bem desta nação
Devia
ser cultivada.
Tem
sido sempre esquecido à margem, ao sul do Tejo
Há
gente desempregada tanta terra abandonada
É
tão grande o Alentejo.
Trabalha,
homem trabalha se queres ter algum valor
Os
calos são os anéis, os calos são os anéis
De
um homem trabalhador.
É
tão grande o Alentejo, tanta terra abandonada
A
terra é que dá o pão para o bem desta nação
Devia
ser cultivada.
Tem
sido sempre esquecido à margem, ao sul do Tejo
Há
gente desempregada tanta terra abandonada
É
tão grande o Alentejo.
O Cante é a voz das planícies, onde cada palavra ecoa como um lamento e cada silêncio carrega o peso da saudade. Obrigado, Buba Espinho, ao olhar para ti no teu 1º concerto em Viseu, senti que ainda podemos ter esperança.
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