No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta.
No pensamento apresentado, a autora brasileira evidencia
como o cosmos é grande e capaz de abrigar infinitos planetas e galáxias, mas
também fala sobre as pequenas coisas e como elas podem coexistir, insinuando,
até mesmo, como elas podem influenciar o cenário maior.

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