De
manhã cedo,
antes
de sair, ele põe a chávena
limpa,
a brilhar,
em
cima do individual com flores,
o
pires, os talheres,
a
toalha de papel
junto
da cafeteira térmica
com
café fresco.
Há
vezes em que ela
nem
se chega a servir,
e
guarda tudo no armário
sorrindo,
sem dizer nada.
Mas
pensa: estranha linguagem
a do
amor.

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