Porque
há um sentido
no
lírio, incensar-se;
e no
choupo, erguer-se;
e na
urze arborescente,
ampliar-se;
e no
cobre, primeira cura
que
dou à vinha,
procriar-se.
E
outro, pressago,
sentido
há na memória,
explodir-se.
E outro, imensurável,
no
amor, entregar-se.
E
outro, definitivo,
na
morte, render-se.

Sem comentários:
Enviar um comentário