Ana Sofia Paiva é contadora de histórias de tradição oral e
investigadora. Os seus contos
tradicionais encerram ferramentas significativas para o processo de apreensão
do mundo e dos seus códigos, de compreensão do eu e do outro, conduzindo o
indivíduo a encontrar respostas às suas questões e um sentido para a vida - a
construir, portanto, a sua própria narrativa. Ao contador assiste a necessidade
não apenas de apropriar-se, mas de recriar. Os transmissores de património
narrativo são agentes de mudança: uma mudança de posicionamento em relação a si
mesmos e ao todo, e o seu artesanato do efémero, a sua mîse en bouche, é
um veículo poderoso capaz de unir o presente, passado e futuro.
Ana Sofia Paiva - O príncipe que andava sempre triste
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