sinto
Deus, todas as noites, nos lírios
de
Monet. olham por mim,
por
esta sombra incerta que morre
aos
poucos comigo, cobrem
de
seiva viva a escuridão da casa
e
afastam os demónios
que
se escondem nas frestas do sono.
pela
manhã, junto as pétalas tenras
caídas
no lençol, e rezo baixinho,
com
os pardais, um verso branco.

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