Já
tínhamos saído,
mas
esquecemo-nos de qualquer coisa e voltámos para trás,
e
quando abrimos a porta e entrámos em casa
vimos
que ela estava sozinha, sentada à mesa,
a
descascar uma maçã.
No poema, a figura materna surge como símbolo de origem,
proteção e memória afetiva. Ele revela a fragilidade da condição humana diante
do tempo e da ausência, transformando a maternidade num espaço de identidade,
pertença e significado emocional duradouro.

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