Na mitologia grega, Dafne era uma ninfa, filha do rio-deus Peneu e primeiro amor de Apolo. Ele apaixonou-se por ela ao ser atingido por uma flecha de ouro de Eros, que também acertou em Dafne com uma flecha de chumbo, o que a fez rejeitar o amor de Apolo.
Este começou a persegui-la e ela sentiu-se
assustada ao pensar em amar, preferindo caminhar pelos bosques e caçar. Apolo perseguiu-a
suplicando pelo seu amor, mas ela continuou a fugir, inebriada pela flecha de
Eros. Cansada de fugir, pediu ao pai que a livrasse da situação. Ele, então, transformou-a
em loureiro. Apolo disse: "Se não podes ser minha mulher, serás a minha
árvore sagrada". A partir de então, o deus trazia sempre consigo um ramo
de louros.
O poeta latino Ovídio (43 aC-17 dC) reconta a história de
Daphne no Livro 1 no seu poema épico de mitos de transformação, as Metamorfoses.

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