Sophia de Mello Breyner Andersen - Flores

 


Era preciso agradecer às flores

terem guardado em si,

límpida e pura,

aquela promessa antiga

de uma manhã futura.


      A manhã, um antigo símbolo de esperança. A sua ressurreição é sempre fiel, traz de novo a luz e quase sempre o sol.

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