Não venhas devagar
com tanta pressa. Deixa
que derrame a fome
nos quintais e a maldição
suspeite do suave
aroma do delírio. Envia
o que te sobra
ou rouba
o mais pequeno passo
por um fio.
Que o fio seja de prumo, que o passo permita o equilíbrio, que o quintal forneça o caldo, que o mal fique sedado, que a mão dê e o roubo seja a palavra.

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