Manuel da Fonseca

 

Uma tarde,

o Tóino

chegou ao largo

com um vidro extraordinário.

Segurava-se

entre o polegar e o indicador,

virado para o sol,

e do outro lado

chispavam as sete cores do arco-íris!

E nós,

em volta,

esquecidos do jogo do pião!...


      E, a partir daí, vinha o estranho, o fantástico e o maravilhoso.

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