Vivre sa vie, 1962

 


      Infeliz com a vida de prostituta que leva em Paris, Nana (Anna Karina) aprende a virar um objeto, abrindo mão dos seus desejos, da sua voz e das suas ideias. Ou seja, da sua vida. Para apresentar um ponto de viragem eficiente, vemos Nana a redescobrir o sentido de viver quando conversa num bar. O contraste da sua ignorância deprimida com a altivez do intelectual cria uma bela mensagem mostrando que qualquer um pode fazer filosofia, mesmo não tendo conhecimento.

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