Diogo Vaz Pinto



No dia em que as máquinas aprenderam
a imitar o ritmo dos corações humanos
o homem tornou-se uma coisa obsoleta
ficou encarregue de produzir livros de instruções
enquanto as máquinas passaram a escrever
a verdadeira literatura, organizada por sensibilidades
e não pelo número de série por extenso
do processador que o redigiu.

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