Porque és tão curto? Já não amas, como noutros
tempos, o cântico? Nesse tempo, ainda jovem,
quando em dias de esperança cantavas,
nunca encontravas o fim.
Como a minha sorte, assim é a minha canção. Queres-te
banhar, feliz, no pôr do Sol? Já passou! E a
terra é fria e o pássaro da noite sibila,
incómodo, perante os teus olhos.
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