Debruço-me para escutar o canto. De onde
viria, se a luz sabia a sal? Dele falava quando disse que o outono já se
estendera sobre a palha. A terra cheia bem: no silêncio crispado as maçãs
ardiam de doçura.
Era no tempo em que as cabras subiam às
falésias. Talvez algum pastor lhes seguisse o rasto. E cantasse então.
in, Memória d’outro
rio
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