Um sinaleiro invisível manda parar o
trânsito
há uma pausa brutal no bulício da cidade
Soa a campainha da porta, entras furtiva-
mente, sorris acanhada e logo começas
a abandonar sapatos e a despir a roupa em
gestos
sacudidos. Grande é a importância que me
dás
Por momentos tudo vais trocar pelas minhas
mãos.
in, O Quarto Azul e outros
poemas
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