Miguel Torga - De Nenhum Fruto Queiras Só Metade


Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado, vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.

      A poesia pode nos levar a adoecer. Metade ou ilusões?

Sem comentários:

Arquivo do blogue