Feliz
aquela que efabulou o romance
Depois
de o ter vivido
A que
lavrou a terra e construiu a casa
Mas
fiel ao canto estridente das sereias
Amou a
errância o caçador e a caçada
E sob
o fulgor da noite constelada
À
beira da tenda partilhou o vinho e a vida.
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