'Se eu fosse padre, nos meus sermões não
falaria em Deus nem no pecado - muito menos no Anjo revelado ou nos encantos
das suas seduções, não citaria santos e profetas: nada das suas celestiais
promessas ou das terríveis maldições. Se eu fosse padre, eu citaria poetas
(...) porque a poesia purifica a alma. Um poema belo — ainda que de Deus se
aparte — um poema belo sempre leva a Deus!'
Mário Quintana
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