Decerto terá sido a pensar em Lucrezia Donati que Lorenzo de'
Medici escreveu: «Porque quem procure diligentemente a verdadeira definição do
amor, encontrará não ser outra que um apetite de beleza.» E que apetite de
beleza leva um governante tão excecional que ficou conhecido como «O Magnífico»
a escrever cento e quarenta sonetos e vinte canções à mulher que ama, sem a
poder jamais nomear? E que apetite de beleza nos leva a nós a intrigarmo-nos
com uma história de amor tão impossível que persiste viva seis séculos depois
de despontar?
in, xilre

Sem comentários:
Enviar um comentário