Vi um homem prestes a
saltar de uma ponte.
– Não salte! – disse eu.
– Ninguém me ama – disse
ele.
– Deus ama-o. Acredita em
Deus? – perguntei.
– Sim – disse ele.
– É muçulmano ou não
muçulmano? – perguntei.
– Muçulmano – disse ele.
– Eu também! – disse eu. –
Deobando ou barelvi?
– Barelvi – disse ele.
– Eu também! Tanzeehi
azmati ou tanzeehi farhati? – perguntei.
– Tanzeehi farhati – disse
ele.
– Eu também! Tanzeehi
farhati jamia ul uloom ajmer, ou tanzeehi farhati ul noor mewat? – perguntei.
– tanzeehi farhati ul
noor mewat – disse ele.
– Morre, Kafir! – disse
eu, e empurrei-o.
in, O Mistério da felicidade suprema
Uma anedota muçulmana.
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