Esvaziando o cálice existe
um tambor.
Esvaziando o amor existe
nada.
Esvaziando o tempo existe
um vácuo.
Esvaziando o espaço um
outro mais fechado.
Esvaziando quem por força
se mantém, ficando suspenso sobre o nada, resta a ordem invertida para ser da
renúncia um marco na corrente.
- nova alvorada - !
Esvaziando tudo, tirando
tudo, não querer mais nada... eis a chegada!
Não devemos ter medo. A Primavera começa por ser assim.
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