We could set the people free. "I Don't Want Your Millions Mister" was
written by Jim Garland in the 30's, while working as a union organizer for the National
Miners Union. He based the melody of the song on an
old Carter Family tune "East Virginia Blues". Since then, things haven't changed much.
It’s my favourite carol. The words and lyrics of 'O
Holy Night' were written by Placide Cappeau de Roquemaure in 1847. Cappeau was
a wine seller by trade but was asked by the parish priest to write a poem for
Christmas. He obliged and wrote the beautiful words of the hymn. He then
realised that it should have music to accompany the words and he approached his
friend Adolphe Charles Adams(1803-1856). He agreed and the music for the poem
was therefore composed by Adolphe Charles Adams. Adolphe had attended the Paris
conservatoire and forged a brilliant career as a composer. It was translated
into English by John Sullivan Dwight (1812-1893).
O Natal é uma proposta sacra renovada a cada ano. Não nos chega por lei, por decreto, regra ou dever. Dizem por aí que é poesia. Seja o que for, este Menino vem aliviar de uma certa maneira a nossa solidão, num tempo em que se mata a palavra e por consequência os afectos. Nunca as famílias foram tão pouco família. Um final de feira. Um bom Natal, para quem puder.
O maximamente útil é o
inútil. Mas experimentar o inútil é, para o homem de hoje, a coisa mais
difícil. O «útil», aqui, é entendido como aquilo que é utilizável, prática e
imediatamente, para fins técnicos, e, por isso, provoca um efeito, com o qual
eu posso administrar e produzir. Deve ver-se o útil no sentido do salvífico, ou
seja, aquilo que faz revir a si, o homem.
Barry and Robin Gibb wrote "To Love Somebody", a
soulful ballad in the style of Sam & Dave or The Rascals,
for Otis Redding but he died before recording it. Sometimes I question myself if these songs will survive in the future as Greensleeves did. Will they be relesed from death's law? Maybe, maybe not.
O Nome
Daquele que Não Tem Nome é uma antologia de poemas do poeta místico da época
medieval Kabir, selecionados e traduzidos por Jorge Sousa Braga. Kabir foi
traduzido pela primeira vez para uma língua ocidental só em 1914, por Rabindranath
Tagore, e muitas das traduções destes poemas surgem precisamente dessas
versões. Como diz Sousa Braga na introdução: «Essa tradução encontrou eco de imediato
em Yeats e em muitos outros poetas. Não será alheio ao sucesso que esses poemas
encontraram no ocidente, o facto de terem sido traduzidos por um poeta com a
qualidade de Tagore. Também Ezra Pound sucumbiu ao encanto de Kabir.»
Essa palavra secreta
alguma vez poderei
pronunciá-la?
Se digo que está em mim
é o escândalo
Minto
se digo que está fora de
mim
Ele não se revela nem
deixa de se revelar
Não há palavras para o
definir.
Pouco
se sabe sobre a vida de Kabir, para além do que deixam adivinhar os seus
poemas, as hagiografias e as lendas. Terá vivido em Varanasi (Benares), o mais
sagrado dos lugares sagrados hindus e simultaneamente um centro de comércio e
peregrinação, na primeira metade do século XV. Nascido de uma viúva brâmane e adoptado
por uma família da casta dos tecelões, convertida à fé islâmica, Kabir revela
nos seus poemas um profundo conhecimento quer do hinduísmo quer do islamismo (e
dentro deste do sufismo).
Bo Bartlett is an American realist painter who works
in the tradition of Grant Wood, Edward Hopper, and Andrew Wyeth. Bartlett’s
paintings combine the profound qualities of everyday life with the semantic
obscurity of René Magritte.