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Bread and Roses
- As we go marching, marching, in the beauty of the day,
- A million darkened kitchens, a thousand mill lofts gray,
- Are touched with all the radiance that a sudden sun discloses,
- For the people hear us singing: Bread and Roses! Bread and Roses!
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- As we go marching, marching, we battle too for men,
- For they are women's children, and we mother them again.
- Our lives shall not be sweated from birth until life closes;
- Hearts starve as well as bodies; give us bread, but give us roses.
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- As we go marching, marching, unnumbered women dead
- Go crying through our singing their ancient call for bread.
- Small art and love and beauty their drudging spirits knew.
- Yes, it is bread we fight for, but we fight for roses too.
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- As we go marching, marching, we bring the greater days,
- The rising of the women means the rising of the race.
- No more the drudge and idler, ten that toil where one reposes,
- But a sharing of life's glories: Bread and roses, bread and roses.
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- Nota: Mimi Fariña canta com a irmã Joan Baez. A canção é muito bonita, sobretudo o verso 'Hearts starve as well as bodies; give us bread, but give us roses.'
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Que inveja tens tu da vida
O Estrangeiro
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Albert Camus, in O Estrangeiro, trad. António Quadros
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A' segundo Duras
La Fête - Rodrigo Leão
Daniel,13 - A história de Susana
Há
À espera do equinócio de Março
A máquina para baixar as estrelas
O Pátio dos Gentios
Annika - Johnny I Hardly Knew Ye
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Nota: 'Johnny I Hardly Knew Ye' é uma melodia folk que pertence à cultura Irlandesa. É uma 'anti-war song' que data do começo do século XIX, do tempo em que os soldados irlandeses ajudavam as tropas da British East India Company. A Wikipédia acrescenta 'The original refers to the soldiers from Athy, County Kildare that fought in 'Sulloon' (Ceylon - present day Sri Lanka) for the East India Company in what history knows as the Kandyan Wars.' É de referir também, a simplicidade de harmonizações vocais que a melodia permite.
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Imitation of Life
Desde o final do século XIX, na Europa, alguns dos autores infantis vinham a questionar o teor das histórias infantis: pregavam que deveriam ser menos violentas e apresentar personagens mais criativas - já que as velhas figuras dos contos de fadas tinham-se tornado desinteressantes. Defendiam, ainda, que a função dessa literatura era divertir e entreter - não moralizar; esse papel cabia à família e à escola. A esta corrente adere o americano Lyman Frank Baum que em maio de 1900 escreve O Feiticeiro de Oz.
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'Seguindo juntos, encontram um homem todo feito de lata, que segurava um machado enferrujado e vivia próximo de uma cabana. Anos antes, ele tinha sido um homem como os outros, o lenhador Tim Woodmane, mas após um feitiço que lhe fora lançado por uma bruxa, ele perdeu todos os membros do corpo em acidentes relacionados com o seu trabalho - tendo cada parte do corpo sido substituída por outra feita de lata, por um amigo. Após lubrificarem as juntas enferrujadas do novo amigo, este seguiu junto aos três pela estrada amarela, pois tencionava obter na Terra de Oz um coração de verdade para si.'
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in, Imitation of Life & Wikipédia
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Ageless
Tarde
O homem que contempla
As palavras
A função das flores
Paul Cézanne: Still Life with Apples
La Complainte du Partisan
O Museu da Tolerância e Dignidade Humana em Jerusalém
. Cantigas de Santa Maria - LXXVII
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Domenichino Zampieri - A ascensão de Maria Madalena ao céu
Parábolas
Que parva que eu sou - Deolinda
Se Deus se concretizasse em Verdade









