Devia
olhar o rei
Mas
foi o escravo que chegou
Para
me semear o corpo de erva rasteira
Devia
sentar-me na cadeira ao lado do rei
Mas
foi no chão que deixei a marca do meu corpo
Penteei-me
para o rei
Mas
foi ao escravo que dei as tranças do meu cabelo
O
escravo era novo
Tinha
um corpo perfeito
As
mãos feitas para a taça dos meus seios
Devia
olhar o rei
Mas
baixei a cabeça
Doce
terna
Diante
do escravo.
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