Olha,
Daisy: quando eu morrer tu hás de
dizer
aos meus amigos aí de Londres,
embora
não o sintas, que tu escondes
a
grande dor da minha morte. Irás de
Londres
p'ra Iorque, onde nasceste (dizes...
que
eu nada que tu digas acredito),
contar
àquele pobre rapazito
que
me deu tantas horas tão felizes,
Embora
não o saibas, que morri...
mesmo
ele, a quem eu tanto julguei amar,
nada
se importará... Depois vai dar
notícia
a essa estranha Cecily
que
acreditava que eu seria grande...
Raios
partam a vida e quem lá ande!
O soneto mais belo em Língua Portuguesa.
O soneto mais belo em Língua Portuguesa.
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