Eugène Green - Le Monde Vivant, 2003








     Agradeço ao blogue Agalmatothilia estas imagens e a motivação para ver o filme. Federico Fellini já tinha tratado a questão da inevitabilidade da solidão em La Strada, onde um homem e uma mulher se encontram na peregrinação da vida e, não conseguem superar o insulamento. Como as linhas paralelas de um comboio, eles esperam encontrar-se no infinito possível.
      Aqui, em Le Monde Vivan, é a gramática da vida que nos ensina tudo isso.

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