Pompeo Batoni



O Tempo manda destruir a beleza humana.

A beleza que encanta os olhos e deleita o  coração é efémera. A beleza é igual à erva verde pelos campos: de manhã ela floresce vicejante, e é nesse amanhecer que nos encantamos com ela, mas à tarde é cortada e logo seca (Sl 89,6). É assim a natureza da condição.

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