
O Tempo manda destruir a beleza humana.
A beleza que encanta os olhos e deleita o coração é
efémera. A beleza é igual à
erva verde pelos campos: de manhã ela floresce vicejante, e é nesse
amanhecer que nos encantamos com ela, mas à tarde é cortada e logo seca
(Sl 89,6). É assim a natureza da condição.
Sem comentários:
Enviar um comentário